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HEAPA reforça luta contra hepatites virais

A campanha do “Julho Amarelo” passou, mas falar sobre as hepatites é sempre necessário, uma vez que são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Unindo forças com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aparecida de Goiânia, o Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Heapa) promoveu, no dia 4 de agosto (sexta-feira), uma palestra para reforçar as ações de prevenção, controle e tratamento de hepatites virais entre os colaboradores da unidade.

A coordenadora do Programa de IST/Aids e Hepatites Virais da SMS, enfermeira Daniele de Oliveira Prates, explicou que a hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns medicamentos, álcool, drogas; assim como por doenças autoimunes, metabólicas ou genéticas. “Nem sempre a doença apresenta sintomas. Mas quando aparecem, eles se manifestam na forma de cansaço, febre, mal estar, tontura, enjoo, vômitos, dentre outros”, disse.

Os tipos, a forma de prevenir, sua forma de transmissão, tratamento e os reforços vacinais foram outros tópicos levantados pela enfermeira, que também falou sobre os testes rápidos disponíveis, de maneira gratuita, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) de Aparecida de Goiânia. Outras doenças também foram abordadas por Daniela, como o HPV, a sífilis e o HIV/Aids, bem como suas formas de proteção, transmissão e tratamento.

O colaborador Cristiano de Jesus, do setor de Faturamento, gostou da palestra. “Eu achei que a coordenadora explicou muito bem sobre as hepatites virais, um tema que precisa estar em evidência na sociedade”, relatou. A enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), Rosilmar Barbosa, achou que o tema “é pertinente e deve ser sempre discutido, uma vez que a saúde deve sempre ser pensada por todos o tempo todo”, opinou.

Tratamento no SUS – Durante a palestra, Daniela expôs que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para todos os tipos de hepatite, independentemente do grau de lesão do fígado. “Protejam-se. A falta do conhecimento ainda é um grande desafio. Por isso, recomendamos sempre que todos façam o teste rápido e, em caso de resultado positivo, façam o tratamento que está disponível na rede pública de saúde”, finalizou.

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