Referência na atenção especializada à mãe e ao bebê prematuro com a aplicação do Método Canguru, o Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI) recebeu a doação de 20 bolsas Canguru, nessa segunda-feira, 14 de setembro. A doação foi feita pelo Instituto Bebê Canguru, através de sua presidente, a psicanalista Luciene Godoy.

A instituição já realiza trabalhos voluntários em hospitais, com palestras sobre a importância da posição canguru. Luciene trabalha o conceito de exterogestação e a bolsa Canguru é uma das ferramentas desse conceito A bolsa é uma tira de tecido (sling) que, enrolada no corpo, funciona como um útero externo que mantém muitas das condições da vida intrauterina como o calor, os barulhos do corpo materno, o embalo que dá conforto ao bebê.

A psicóloga Marcella Almeida, que hoje está responsável pelos atendimentos psicológicos na  Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal (UCIN) convencional e na UCIN Canguru do HMI também faz parte do Instituto e foi quem repassou as doações para as mães poderem “canguruzar” os seus recém-nascidos. “É a forma de gestar fora da barriga o bebê que nasceu prematuro. O contato pele a pele, as trocas de odores, o calor da mãe ajudam o bebê em seu desenvolvimento, evita dores, cólicas, ajuda na imunidade, na recuperação do bebê e principalmente no vínculo afetivo entre mãe e bebê”, explica a psicóloga. “Os benefícios também são para as mães, pois proporciona uma maior autonomia, autoconfiança e autoestima”, complementa a coordenadora da Psicologia,Flávia Zenha .

Heloisa da Silva, de 19 anos, teve seu primeiro filho prematuro, com 33 semanas e está acompanhando seu filho na UCIN Canguru até ele poder receber alta. Ela ficou feliz em ganhar a bolsa Canguru. “Estou aprendendo muito sobre a gestação fora da barriga, da importância de ficar pele a pele com meu bebê. Vou utilizar bastante a bolsa”, concluiu.  A psicóloga reforça que é um cuidado com o aspecto físico e psíquico do bebê prematuro. “Eles precisam de afeto e amparo e o Método Canguru promove a abordagem humanizada e segura”, afirma MarcellaA exterogestação também vale para os profissionais de unidades neonatais. Eles ficam “canguruzando” aqueles bebês em que a mãe não consegue estar frequentemente na unidade, de forma a potencializar a recuperação dos recém-nascidos.

Segundo Sara Barbosa, diretora técnica da unidade, as doações são sempre bem vindas. “Somos muito gratos com as doações, principalmente, em poder repassá-las as mamães para que possam dar continuidade em suas casas a esse programa tão importante que é o Método Canguru”, destaca a diretora.

O modelo de gestão de qualidade foi implementado no Brasil na década de 90. Desde então, as instituições passaram a adquirir novas práticas, como aprendizado de novos conhecimentos, estratégias diferenciadas e interação mercadológica com o público interno e externo.
A busca contínua pela qualidade em serviços de saúde é algo que visa reduzir a complexidade, o desperdício e o retrabalho. Refletindo, assim, na melhoria da qualidade, eficiência, satisfação e segurança do paciente, além de resultados econômicos garantindo a sustentabilidade da instituição.


Neste painel, debatemos porque deve existir uma atenção especial a esse aspecto, que envolve questões legais, econômicas e a necessidade de garantir níveis satisfatórios de segurança na prestação do serviço.

Dias 16 e 17 de setembro. Esteja em contato direto com os especialistas que desenvolvem e trabalham no dia a dia as políticas mais modernas de qualidade e segurança do paciente. Descubra soluções de ponta, teorias disruptivas e as melhores práticas com as principais lideranças da saúde.⠀Confira a programação dos debates e faça sua inscrição gratuita – http://bit.ly/segurancadopacienteha @institutodegestao

Presente em toda a rede de urgência e emergência de Contagem, as seis metas de Segurança do Paciente têm como objetivo alcançar a qualidade na assistência à saúde, o aperfeiçoamento das habilidades do profissional e o restabelecimento da saúde do paciente sem agravos.Instituídas internacionalmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, aplicadas nas unidades do IGH, por meio da Política de Segurança do Paciente e pelo Núcleo de mesmo nome (NSP), são elas as metas: Identificação Correta dos Pacientes; Comunicação Efetiva; Melhorar a Segurança dos Medicamentos; Cirurgia Segura; Redução do Risco de Infecções Associadas aos Cuidados em Saúde; e Prevenção de Danos Decorrentes de Quedas e Lesões por Pressão.

Para auxiliar a implementação das diretrizes, o NSP conta com ferramentas de orientação como cartilha, painel, kit de informativos, card para monitor e capacitações regulares das equipes dos Prontos Atendimentos (UPA’s), do Hospital Municipal de Contagem José Lucas Filho e do Centro Materno Infantil Juventina Paula de Jesus do município.

Além do acompanhamento das taxas de queda e notificação de eventos adversos das unidades.Segundo a coordenadora Regional do NPS, Sara Regina Ferreira, as metas visam diminuir os índices de riscos e dos erros nos cuidados de saúde, principalmente no momento atual de pandemia, em que a segurança do paciente e colaborador tem que ser redobrada.Entre as metas internacionais já implementadas e padronizadas nas unidades de saúde, tem destaque a Identificação Correta dos Pacientes.

Por meio do uso da pulseira de identificação do paciente e o display no leito, que consiste em uma placa personalizada contendo as informações essenciais do paciente (nome, data de nascimento, responsável, observações importantes, etc) para uma assistência segura. Esta meta também estará visível, na semana do dia do dia 24/08 a 30/08, nas TV corporativas da rede de saúde, para promoção do conhecimento entre os colaboradores. Fique alerta, a cada semana uma nova meta para ser treinada.

Focado na prestação de serviços de excelência, Instituto preza pela qualidade do atendimento nas instituições de saúde e pelo desenvolvimento de seus colaboradores

O Instituto de Gestão e Humanização (IGH), uma entidade sem fins lucrativos, está completando 10 anos em abril. Seu objetivo primordial é utilizar e divulgar práticas de gestão modernas, capazes de maximizar os resultados de unidades prestadoras de serviços em saúde. Afinal, acredita que é possível fazer diferente e melhor.

Atuando principalmente na melhoria da gestão da saúde pública brasileira, o IGH desde que foi criado assumiu unidades inclusive no interior do país, em regiões mais remotas, cidades e comunidades de difícil acesso e com muitas demandas de melhorias, e vem ganhando força e representatividade no segmento desde então.

Administrando todo o tipo de serviço, hoje da atenção primária a alta complexidade em 27 unidades de saúde distribuídas em cinco Estados: Bahia, Minas Gerais, Goiás, Piauí e Rio Grande do Sul, o Instituto possui 12 mil colaboradores atuando em hospitais –  instituições complexas de se administrar, por serem multifacetadas, com vários seguimentos dentro de um único local. “Isso, realmente, dentro do Brasil, é um desafio ainda maior”, destaca o superintendente do IGH, Paulo Bittencourt, para quem o trabalho na saúde tem de ser sinônimo de bem-estar, qualidade e eficiência.

Com essa visão, a quebra de paradigmas que estigmatizam o Sistema Único de Saúde (SUS) foi uma mola propulsora para o Instituto. “Foi com o sentimento de reverter o cenário que classificava o sistema público como inoperante, desqualificado, inacessível e desumano e para provar que seria possível fazer diferente que há dez anos fundamos o IGH”, explica Bittencourt.

A missão do Instituto durante essa década tem sido transmitir humanização, gerando valor para que o público se sinta acolhido. Para tanto, a experiência tem de ser positiva da recepção até a finalização de um atendimento. Cuidado, respeito, transparência, conexão e inovação são palavras-chave para isso e a marca do IGH. “Com práticas de gestão modernas capazes de maximizar os resultados das unidades prestadoras por meio de um atendimento humanizado, que prioriza o bem-estar do beneficiário SUS, temos superado o olhar desconfiado daqueles que criticam o sistema das Organizações Sociais de Saúde (OSS) com o exercício de uma administração de indiscutível credibilidade e competência, cumprindo as metas quantitativas e qualitativas estabelecidas em cada contrato”, destaca Bittencourt.

O resultado tem sido constatado pelas altas taxas de crescimento do grupo desde a sua fundação até os dias atuais, que além do aumento considerável da abrangência dos serviços ofertados à população, também vem atuando na prestação da assistência resolutiva para as comunidades mais carentes. “Ser referência nacional em prestação de serviços de excelência em saúde, melhorando a qualidade de vida dos beneficiários e contribuindo para o crescimento dos nossos colaboradores, com motivação por ideal, valorizando as pessoas, com obstinação pela melhoria contínua, humanização e responsabilidade são os princípios e metas que traçamos e buscamos continuamente”, ressalta o superintendente do IGH.

Estar entre as melhores empresas para se trabalhar também é um dos objetivos do Instituto, que credita seu desenvolvimento à qualificação, profissionalismo e dedicação dos seus colaboradores. “Estamos preparados para um novo ciclo de crescimento porque temos know-how, massa crítica, excelentes profissionais que se dedicam ao que fazem: cuidar da saúde das pessoas com excelência. Estamos fechados para nos tornar uma referência em saúde no país”, afirma Bittencourt.

Saúde suplementar

Após consolidar um atendimento de qualidade e concretizar efetivas melhorias de gestão na saúde pública, gerindo uma grande quantidade de leitos direcionados ao SUS, o IGH parte para um novo ciclo: a saúde suplementar, com o intuito de investir na perpetuidade do Instituto. “Atuar no setor suplementar, que atende 47 milhões de brasileiros, é uma das metas do Instituto para o ano de 2020”, afirma o superintendente.

Para isso, a expectativa do IGH é dobrar de tamanho entre os próximos cinco a dez anos, tendo a tecnologia e as pessoas como pilares para atender a um setor altamente relevante para o sistema de saúde, com a expertise do Instituto, qualidade dos serviços prestados com custos reduzidos. “Neste próximo ciclo vamos permanecer fortalecidos na prestação de serviços ao SUS, cumprindo metas que incluem atendimento qualificado, manutenção adequada dos equipamentos geridos, resposta rápida às necessidades dos usuários e gestão transparente e vamos trabalhar intensamente para além de sermos referência no setor público, nos tornemos uma grande organização no setor privado”, finaliza Paulo Bittencourt.