Quem vê Igor Júnior de Souza, de 40 anos, nos dias de hoje, se surpreende com sua imagem ao lembrar de como ele chegou há um mês atrás na Unidade de Pronto Atendimento (UPA JK). Ele foi socorrido no estabelecimento após fraturar braço e dedo, ocasionada por violência relacionada ao uso de drogas, encontrava-se sujo devido aos dias vividos na rua, magro, agitado e com a saúde debilitada.

Na segunda-feira (26), com 13kg a mais, barba feita e um sorriso no rosto ele retornou ao local para visitar os amigos que fez e a equipe que lhe deu apoio durante sua permanência na unidade. “Foi muito bom o que encontrei aqui, me senti importante, cuidado, as pessoas me trataram bem, o que não ocorria há muito tempo,” contou Igor Júnior.

Ele contou que sua rotina era passar pela avaliação médica, fazer as medicações necessárias e fazer as refeições que era a ‘melhor parte do dia’. “Eu vivi uns dias de muita inquietação, fome e sono, acho que era devido a abstinência. Nas horas de espera, queria ajudar e conversar com as pessoas e todos foram muito receptivos, senti calor humano das enfermeiras, médicos, copeiras, porteiros e demais colaboradores” completou.

“Este carinho e atenção me tocaram profundamente, foi o que fez eu recuperasse minha autoestima e começar a planejar uma nova vida, buscar um emprego e construir uma família, e bem longe das drogas,” destacou Igor. 

“Apesar de parecer tímido, Igor é muito comunicativo e inteligente”, descreve a gerente da unidade Olívia Bonfim. Para ela, a equipe fez o seu trabalho de assistência à saúde, tratou o que era necessário e de alguma forma foi a companhia certa para ele naquele momento. “Com 10 anos de experiência neste serviço, vivemos muitas histórias, boas e ruins. Acredito que a partir do momento que confiamos nele, ele resgatou o que tinha de bom em si para mudar a sua história,” comentou a gerente.

Quem compartilhou um pouco dos dias do ex-paciente no local foi a nutricionista Marriethe de Oliveira Carneiro que confirmou como ele gostava destes horários. “Todo dia sempre era um pedido a mais na hora das refeições, ora um pão a mais, ora uma marmita extra. A refeição também faz parte do acolhimento e no caso dele foi bem importante. Em retribuição ele sempre foi educado e gentil, se prontificando em ajudar as copeiras e demais pessoas” explicou a nutricionista.

Confiança e dignidade

Igor contou que durante os dias que passou na UPA JK duas situações mexeram muito com ele. Primeiro, a visita da sua mãe que mesmo morando juntos, há dois anos não se falavam, pois ela não aceitava como ele levava a sua vida e ele ficava alguns períodos sem passar por lá. “Não sei como eles conseguiram o contato da minha mãe, entrei no local como indigente e, mesmo chateada comigo ela foi me ver e visitar sempre que possível. Hoje estamos bem,” disse Igor que mora no bairro Parque Recreio. A equipe do Serviço Social da UPA que localizou a mãe. 

Outra situação foi um desentendimento entre ele e outro paciente que estava na unidade. Ele pensou que seria expulso do local, mas por ser honesto sobre o episódio acabou tendo outro desfecho para a história. “Foi muito bom saber que as pessoas ainda confiam em mim apesar do meu histórico, isso nos motiva a sermos melhores”.   

Atualmente, Igor faz acompanhamento médico pós-cirúrgico e do gesso no braço. Ele aproveita as consultas para visitar a unidade, rever os colaboradores do local, conversar e deixar mensagem para as pessoas que agora o considera como amigos. Ele espera por uma oportunidade de trabalho, já que está desempregado, para retomar com uma vida mais digna e saudável.

Profissionais responsáveis pela higienização do Complexo Hospitalar de Contagem (CHC) presenciaram, no dia 08 de outubro, um teste microbiológico do saneante quartenário amônio utilizado na desinfecção dos ambientes do local. O resultado foi positivo, o que demonstra eficácia da limpeza realizada pelos colaboradores e qualidade do trabalho para uma assistência segura.

A avaliação consistiu em coletar amostras antes e após o uso do produto, por meio da exposição dos materiais à luz específica que identifica a presença de microorganismos. Para medição foi utilizada o sistema de RLU (Relative Light Units), unidade utilizada para medir o nível de contaminação. A quantidade de luz produzida é proporcional a quantidade de microorganismos. Quanto maior seu valor, maior é a contaminação.

No teste realizado na grade da cama do CTI, o valor encontrado antes da higienização foi de 283 RLU que representa alto risco de contaminação, pois apresenta resultado superior a 200 RLU. Após a limpeza, o resultado caiu para 39 RLU, menos de 100 – índice que corresponde à ambiente seguro.

O experimento também foi realizado no colchão utilizado no setor. Antes do uso do saneante foi registrado 194 RLU. Valores de 100 a 199 são medidas de alerta, pois correspondem a presença de bactérias. Depois, o valor encontrado reduziu para 63 RLU.

Esta análise foi feita pela empresa fornecedora do saneante, Bunzl, a pedido da prestadora do serviço de higienização no CHC, Grupo Conservo, com objetivo de garantir da eficácia da limpeza. “Buscamos ser referência na área de limpeza hospitalar e avaliar o que estamos desenvolvendo faz parte deste processo”, esclareceu a coordenadora da Conservo, Laura Guimarães. “O teste na presença dos colaboradores que realizam a técnica de higienização é uma forma de mostrar para estes profissionais que o trabalho deles é importante e tem impactos na assistência,” concluiu.

Estiveram presentes representantes do Serviço de Controle e Infecção Hospitalar (SCIH) e do CTI do Complexo.

Para ressaltar e evidenciar a atuação do fisioterapeuta dentro das maternidades durante e após a gestação, e reforçar a importância do seu papel na equipe multiprofissional, o Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL) promoveu a I Jornada de Fisioterapia Perinatal da unidade nos dias 10 e 11 de outubro (quinta e sexta-feira). O evento contou com palestras, oficinas e mesas redondas, abertas para colaboradores da unidade, fisioterapeutas e estudantes da área.

No primeiro dia (10), a inserção e atuação do profissional de fisioterapia na maternidade foi exposto pela doutoranda em ciência da saúde pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Nayara Rodrigues. Em seguida, a fisioterapeuta Fernanda Paludetto falou sobre o poder da fisioterapia na preparação para o parto e sobre os desafios diários que este profissional precisa enfrentar diariamente nas equipes de obstetrícia. A fisioterapeuta também ministrou oficina com demonstrações de exercícios e posicionamentos que podem ser realizados com as gestantes durante o trabalho de parto.

A biomecânica e movimento da pelve para a preparação do parto deu início no segundo dia de palestras (11), com a pós-graduada em saúde da mulher pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG), Danielly Reis. A sexualidade e assoalho pélvico no pós-parto foi o tema da segunda aula, com a mestranda em atenção à saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Gabriela Rios. A fisioterapeuta pélvica Thais Cristine ressaltou a importância do tratamento fisioterapêutico nas disfunções sexuais femininas.

Finalizando a primeira jornada, foi promovida uma mesa redonda para discutir a assistência humanizada no parto, com a pós-graduanda em Uroginecologista e Obstetrícia pelo Instituto Mundo Fisio, Marcela Magalhães; psicóloga Viviane Ferro; e a obstetra Fernanda Paludetto. Para uma das organizadoras, a fisioterapeuta Thatiany Ikeda, o evento foi muito enriquecedor, pois permitiu aproximar a teoria da prática de forma a contribuir para a formação de novos profissionais, bem como aperfeiçoar os que já estão no mercado de trabalho. “Além disso, ficamos muito felizes com o engajamento e adesão dos participantes que se mostraram interessados e participativos durante toda a jornada”, ponderou.

Na quarta-feira (04/09), 15 gestores do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) de diversas cidades do Brasil e representantes do Ministério da Saúde visitaram o Complexo Hospitalar de Contagem.

A atividade teve como objetivo apresentar a estrutura e funcionamento do Hospital Municipal de Contagem (HMC) José Lucas Filho e do Centro Materno Infantil (CMI)Juventina Paula de Jesus e, também, falar do trabalho conjunto com o SAD.

O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), realizado em Contagem, é referência nacional devido ao amplo atendimento e à criação de equipes especializadas, como pediatria, ortopedia e cuidados paliativos.

A coordenadora de Enfermagem do HMC, Betânia Claudiano de Oliveira, destacou que aproximação entre o CHC e o SAD tem gerado bons resultados e altas importantes, como casos de internação social e em outras condições clínicas em que isso é possível: “Nós estamos investindo na capacitação das equipes para que se pense em na alta do paciente antecipadamente e o profissional seja ativo no processo de desospitalização,” completou.

Divididos em grupos, a gerente do CMI, Cristiane Rosalina Carvalho e o responsável técnico, Wilton Braga percorreram as áreas assistenciais do CMI com os visitantes. No HMC, as responsáveis pelo o acompanhamento na unidade foram a gerente operacional, Thailyne Sampaio Ferreira e a coordenadora de Enfermagem do HMC, Betânia Claudiano de Oliveira.

Desde maio, a rotina de quatro colaboradores da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) JK conta com uma tarefa a mais. É que agora eles compõem uma turma de alunos do PROADI SUS (Projeto de identificação e tratamento precoce de sepse em pacientes adultos nas UPAs 24h) que é um treinamento disponibilizado pela Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde.

Com aulas quinzenais, o grupo formado pela gerente da UPA JK, Olívia Bonfim, o responsável técnico dos médicos responsável Euler Villela e as enfermeiras, Ruana Marília Moreira dos Santos que é a responsável técnico da Enfermagem e Cristiane de Paula Bastos, referência da Comissão de Controle de Infecção do Hospitalar e de Qualidade, se reúne na própria unidade para assistir o conteúdo ministrado à distância pelo Sírio-Libanês com o suporte do Institute for Healthcare Improvement (IHI) e do Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS).

Eles fazem parte de uma turma ainda maior com profissionais de outras 60 UPAs do Brasil, sendo dez de Minas Gerais. A seleção das UPAs para o treinamento foi feita pelo Ministério da Saúde, que também se responsabilizou pelos critérios para a definição da escolha.

“A propostas desta capacitação é apresentar e implementar melhorias de processos na assistência que permitam aos profissionais de saúde identificar precocemente quando o paciente já chega à UPA com sepse e agilizar o seu tratamento,” esclareceu Euler Villela. O clínico geral explicou ainda que a sepse é uma infecção generalizada com início em uma parte do corpo mas que se propagou e em alguns casos tem os sintomas mascarados na fase inicial. Ela é uma patologia grave e que pode matar.

A gestora da UPA JK explicou que o treinamento será uma ótima oportunidade para multiplicar o conhecimento tanto na unidade como na rede de urgência e emergência do município. “Diagnósticos de sepse requerem leitos mais equipados, como os de CTIs e, consequentemente, a transferência para o hospital de maior complexidade. Se soubermos como melhorar nossas condutas, antecipando o tratamento desses casos, estaremos fazendo uma assistência de mais qualidade para o paciente e uma gestão mais sustentável para a instituição,” destacou Olívia Bonfim.

O PROADI terá duração de um ano e meio, devendo terminar em 2020. Para agosto está previsto um encontro presencial dos participantes das aulas em São Paulo.

A função da equipe de Enfermagem dentro do centro cirúrgico de uma unidade de saúde vai além de apenas auxiliar. Buscando aprimorar o conhecimento desses profissionais, a coordenação de Internação do Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL) promoveu treinamento voltado para os enfermeiros e técnicos de enfermagem do Centro Cirúrgico da unidade. Ao todo, 13 profissionais participaram da capacitação, divididas em turnos matutinos e vespertinos.

Durante a capacitação, a equipe foi preparada para agir em conjunto com a equipe médica e de enfermagem obstétrica, com o intuito de auxiliar, de forma adequada, nas manobras quando houverem casos de distócia de ombro – dificuldade da passagem do ombro do recém-nascido -, durante o parto normal. “Essa capacitação é de grande relevância no aprimoramento profissional de toda equipe de assistência atuante na sala de parto, uma vez que distocia de ombro é considerada uma emergência obstétrica. Cabem a todos os profissionais que assistem e auxiliam no parto estarem preparados e seguros para agirem corretamente, quando necessário, garantindo assim uma assistência segura tanto para a mãe, quanto para o bebê”, explicou a coordenadora de Internação, Leticya Guimarães.

Um bom hospital vai além do pleno funcionamento da unidade e a qualidade do serviço de saúde oferecido pelo Hospital. A qualidade do serviço de saúde e a humanização do atendimento vêm sendo comprovadas pelos pacientes e acompanhantes que permanecem no Hospital Regional Luis Eduardo Magalhães, em Porto Seguro.

A boa recuperação dos pacientes é o trabalho de humanização do atendimento que vem sendo realizado e que envolve todos os setores HRLEM. Com fortes dores de cabeça seguidas de vômito, o paciente Zema Soares encontrou na unidade hospital um ‘porto seguro’. “A atenção, carinho e rapidez no atendimento em plena madrugada foi essencial. Fui medicado e em consequência tive uma melhora rápido sendo liberado com segurança. Meus agradecimentos à equipe médica, profissionais que gostam e cuidam de gente”, afirmou Zema.

As práticas de humanização hospitalar visam dar dignidade aos cuidados dedicados ao paciente, valorizando o aspecto humano do atendimento, principalmente com crianças como foi o caso de Melissa, filha de Ana Luiza, que esteve no HRLEM por um tempo. “Não tenho palavras para agradecer cada gesto de carinho e o tanto de cuidado que recebemos num momento tão delicado e o mais difícil da minha vida, pois nada pior do que ver um filho doente e passar pelo período da dúvida de diagnóstico”, declarou.

“Posso perder com o tempo a fisionomia ou confundir nomes mas continuarei eternamente grata. Que Deus devolva cada gesto na vida e para a família de vocês”, completou Ana Luiza.

O acolhimento é essencial na relação entre profissionais de saúde e pacientes. Nos últimos dias 17 e 18 de julho aconteceu o 1º encontro com os profissionais da assistência de enfermagem (técnicos e enfermeiros). A ocasião reuniu os novos integrantes do instituto que vão atuar diretamente com a assistência aos pacientes do Hospital Geral Luis Eduardo Magalhães, em Mairi (BA).

“A enfermagem atua na linha de frente dos serviços de saúde, está presente em todas as etapas do atendimento ao usuário e em todas as fases da vida dele, desde o acolhimento na unidade, passando por cuidados especializados, controle de medicação e imunização”, afirmou o enfermeiro, Cláudio Pedreira.

Colaboradores do Complexo Hospitalar de Contagem (CHC) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município participaram, durantes os dias 09, 10 e 11 de julho, de uma palestra sobre a saúde do trabalhador com o objetivo de sensibilizá-los sobre os Acidentes com Perfurocortantes. As orientações foram ministradas pela diretora do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Contagem, Fátima Brant, a referência em Vigilância em Saúde do Trabalhador, Alex Anselmo, e o médico do trabalho do Cerest, Sávio Henrique Teixeira Silveira.

Durante a capacitação, realizada no auditório da Maternidade Municipal ,os palestrantes apresentaram alguns conceitos importantes para que os profissionais do Hospital e Maternidade se identificassem com as possíveis situações de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. 

“Nosso objetivo é promover a saúde do trabalhador. Queremos que ele conheça quais são os agravos para o bem estar e faça as notificações corretamente quando existir incidentes para que possamos juntos desenvolver ações preventivas que minimizem os impactos que os acidentes de trabalho causam tanto para quem exerce uma função como para o Sistema Único de Saúde”, destacou Fátima Brant. 

Segundo dados apresentados pelos representantes do Centro de Referência de Contagem, o Brasil é o quarto país que mais tem acidentes de trabalho, são mais de 14 mil casos de invalidez por ano. Entre os anos de 2012 e 2017, foram notificadas 2.022 mortes de trabalhadores formais em função do trabalho. 

Notificações

Alex Anselmo explicou aos presentes como funciona a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast) e destacou documentos importantes que dão garantias a saúde e segurança dos indivíduos em exercícios de suas atividades laborais: Portaria 1.823/2012 – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e Trabalhadora; Portaria 204 e 205/2016 – lista nacional de doenças e agravo; SINAN – Sistema de Informação de Agravos de Notificação, entre outros. 

“As notificações são peças fundamentais para que sejam criados argumentos e desenvolvidos planos de ações que visem à melhoria da saúde do trabalhador. É preciso que estes documentos tenham informações completas e claras para que o acidente seja registrado de forma eficaz,” complementou Alex Anselmo. 

O palestrante também ressaltou que desde maio, as UPAs de Contagem ofertam o tratamento PEP (Profilaxia Pós-Exposição ao HIV) para os profissionais que acidentaram com material perfurocortante ou tiveram contato com material biológico. Até então, esse atendimento era realizado apenas na UPA JK. 

A capacitação é uma ação conjunta dos Núcleos de Biossegurança e Educação Permanente do Complexo Hospitalar de Contagem, Instituto de Gestão e Humanização (IGH) e Cerest Contagem/MG.

O Instituto de Gestão e Humanização (IGH) – Organização Social gestora do Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI), Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL) e do Hospital Estadual de Urgências de Aparecida de Goiânia Dr. Cairo Louzada (Huapa) – realiza inscrições para processo seletivo entre os dias 16 e 21 de julho, para contratação celetista e formação de cadastro de reserva.

O processo pretende preencher 240 vagas entre as três unidades, sendo 90 efetivas e 150 para cadastro reserva. O edital está disponível no site do instituto (www.igh.org.br), na aba “Transparência”, “Editais”, seguido de “Goiás”. A carga horária das vagas varia entre 18h e 44h semanais, e os salários entre R$ 1.080,00 e R$ 8.211,82. 

Os cargos disponíveis são para Analista de Qualidade; Analista de Compras; Auxiliar de Serviços Gerais; Auxiliar de Farmácia; Auxiliar de Manutenção; Cirurgião Vascular; Condutor; Encarregado (a) de Manutenção; Fonoaudiólogo (a) com especialização em Motricidade Orofacial; Infectologista; Jardineiro (a); Líder de Higienização; Técnico (a) Eletricista; Técnico (a) de Refrigeração; Técnico (a) Oficial de Manutenção; Técnico (a) de Enfermagem para atuar nas áreas de Obstetrícia e Pediatria; Otorrinolaringologista Pediátrico; Nutrólogo; Motorista Administrativo. 

A inscrição é gratuita e os interessados deverão realizar sua inscrição pelo site www.igh.org.br, clicando no ícone “Banco de Talentos”, localizado no canto superior direito da tela do computador. Outras informações poderão ser obtidas nos telefones (62) 3956.2972 ou 9 8226.0023.